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| Foto: Altemar Alcântara/ Semcom |
A nossa Amazônia!
Foto: Arnoldo Santos/ Lago do Curuçá/ Rio Solimões/ Município do Careiro
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Discussão sobre as grades contra pedestres imprudentes
sábado, 16 de julho de 2011
Comunidade reza por dias melhores no meio das palafitas
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| Pe. Fernando, jesuíta |
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| Pe. Adelson, de túnica, à esquerda |
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| Noite de sexta-feira, no alagado |
O local, uma palafita de madeira sob as águas do igarapé do Mindu, na comunidade Artur Bernardes, saída do bairro São Jorge, zona centro-sul de Manaus. No meio de adultos leigos, religiosos e muitas, muitas crianças, os padres jesuítas, organizadores espirituais da comunidade. Foi um momento único. A criançada não parava de falar, mas não incomodava os maiores. Nem mesmo o presidente da celebração, Pe. Adelson. Pelo contrário, era apenas parte do coro popular que se formou durante todo o evento. A paisagem ao redor, com as palafitas em cima da água fétida, forçava a uma composição poética no estilo regional. Mas ficou na minha mente um pensamento diferente. O de que a vida continua do mesmo jeito aqui do que no resto da cidade.
terça-feira, 5 de julho de 2011
sábado, 21 de maio de 2011
Alerta contra matança de botos da Amazônia!
Minha colega jornalista, Elaíze Farias, do Jornal A Crítica, manda esse alerta. A matança de botos da Amazônia que são usados como isca na pesca da douradinha. O pescado está chegando com força aos mercados de Manaus e sudeste do Brasil. Eis o link da reportagem postada no portal ACrítica:
http://acritica.uol.com.br/amazonia/Amazonia-Amazonas-Manaus-Consumo-Douradinha-contribui-matanca-Amazonas_0_484151631.html
Fica o registro e o alerta!
http://acritica.uol.com.br/amazonia/Amazonia-Amazonas-Manaus-Consumo-Douradinha-contribui-matanca-Amazonas_0_484151631.html
Fica o registro e o alerta!
Ética jornalística é a mesma usada pelo jornalista?
Cutucado...provocado...pelo momento de aplicação da prova de Ética Jornalística aos meus alunos de 5º Período de Jornalismo da Faculdade Boas Novas, estou olhando mais do que falando...Então, vou só postar o que o jornalista Caio Túlio Costa postou. Vou continuar lendo e relendo...quem sabe a leitura gere uma escrita nova da minha mente aristotélica...
Eis...
Por Caio Túlio Costa
Na sequência, tuitarei os 10 mandamentos do jornalista, adaptados do
legado de Jim Lehrer, ex-âncora da PBS americana:
1º mandamento do jornalista: Não faça nada que você não possa defender.
2º mandamento: Investigue, escreva e apresente todas as histórias com o
cuidado que você teria se a história fosse sobre ti mesmo.
3º mandamento do jornalista: Suponha que haja ao menos um outro lado, ou
outra versão, para cada história.
4º mandamento do jornalista: Assuma que o espectador/leitor seja tão
inteligente, atencioso e bom como você é.
5º mandamento: Assuma o mesmo [ver item anterior] a respeito de todas as
pessoas sobre as quais você relatar algo.
6º mandamento: Assuma que vida pessoal é assunto privado até que uma
reviravolta legítima determine o contrário.
7º mandamento do jornalista: Separe cuidadosamente opinião e análise da
notícia pura e qualifique claramente cada uma.
8º mandamento do jornalista: Não utilize fontes anônimas ou citações sem
crédito, exceto em ocasiões raras e monumentais.
9º mandamento do jornalista: Ninguém deve ser autorizado a atacar o outro
de forma anônima.
10º mandamento do jornalista: Finalmente, você não está no negócio do
entretenimento.
terça-feira, 17 de maio de 2011
E que venha Parintins! Mas segure o bolso, mano!
Eis que está chegando o festival de Parintins e, com eles, as contundentes cobranças pelas passagens, sejam aéreas, sejam fluviais. Com elas, pra acabar de acabar com o parco orçamento do trabalhador àvido por uma boa opção de lazer e cultura, o preços das hospedagens.
Vislumbram-se valores de passagens aéreas mais caros do que de uma viagem a qualquer capital do Nordeste, por exemplo. Natal, Recife, Salvador igualam-se ao preço para a Ilha Tupinabarana.
Este é só um lembrete de quanto a realização do festival precisa de maiores discussões. Porque passa pela verve econômica, que inclui milhares de pessoas do local que tentam, de uma forma ou de outra, tirar algum proveito do evento. O problema é que a fonte desse "algum" é justamente o visitante que, a cada ano que passa, se torna mais escasso. Uns porque não vêem vantagem sair de longe (boa parte de fora do país) e vir para um local onde os serviços ainda são extremamente precários, outros porque chegam e sentem na pele a péssima concessão desses serviços.
Fica o pensamento. Fica o alerta.
Vislumbram-se valores de passagens aéreas mais caros do que de uma viagem a qualquer capital do Nordeste, por exemplo. Natal, Recife, Salvador igualam-se ao preço para a Ilha Tupinabarana.
Este é só um lembrete de quanto a realização do festival precisa de maiores discussões. Porque passa pela verve econômica, que inclui milhares de pessoas do local que tentam, de uma forma ou de outra, tirar algum proveito do evento. O problema é que a fonte desse "algum" é justamente o visitante que, a cada ano que passa, se torna mais escasso. Uns porque não vêem vantagem sair de longe (boa parte de fora do país) e vir para um local onde os serviços ainda são extremamente precários, outros porque chegam e sentem na pele a péssima concessão desses serviços.
Fica o pensamento. Fica o alerta.
domingo, 24 de abril de 2011
O que tem em comum a Campanha da Fraternidade 2011 com o Fantástico?
Pra ir direto ao assunto, foi a reportagem sobre a falta de médicos pediatras que o fantástico Fantástico, da Rede Globo (não é a Sapataria Globo, tá?), exibiu neste domingo de Páscoa. Ela me fez ter uma reação inesperada de conjectura. Lembrei - vejam só - da Campanha da Fraternidade deste ano. Foi a enésima vez que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) tentou chamar atenção para questão ecológica. O evento da Igreja Católica, que este ano completa 49 anos de realização, já falou de água, conflitos de terras, até de Amazônia. Este ano, tentou ser mais específico. O tema escolhido foi "Fraternidade e a vida no planeta", com os objetivos bem definidos, entre eles: mostrar a gravidade e a urgência dos problemas ambientais provocados pelo aquecimento global e articular a realidade local e regional com o contexto nacional e planetário.
Para isso o lema foi "A criação geme em dores de parto", uma citação bíblica, da Carta aos Romanos (Cap 8, versículo 22). A idéia de um ser, tendo dores de parto, algo que não se assemelha a nada de dor natural conhecido pelo homem, me tocou profundamente. É! A criação divina geme de dor, como se fosse a hora do parto.
O grande problema dos hospitais em todo o Brasil é que faltam médicos pediatras, diz a reportagem global fantástica. O grande problema do Mundo é que faltam médicos pediatras pra cuidar desse bebê, criação divina, chamado Terra. Esta que é o mesmo Mundo que "geme em dores de parto".
Até agora, os únicos que se atreveram a tentar sanar a dor do planeta foram biólogos, economistas, sociólogos, políticos, até astros de cinema, enfim, nenhum médico. Ainda mais, médico pediatra.
E se colocássemos a carapuça de um, quem sabe, doutor Rinaldo De Lamare (aquele que escreveu o best seller A Vida do Bebê), e começassemos a olhar o meio ambiente como se fosse um bebê? Um bebê doentinho, cheio de infecções aqui e ali. Porém, que nasceu sadio e que, agora, passa perigo de morte.
Será que Ele, o nosso bebê, ainda teria chance de crescer e se tornar um ser bem definido e pujante Ser, cheio de vida, e vida plena, como a própria Bíblia descreve e recomenda? Onde procurar a resposta? Em uma igreja ou no SPA mais próximo?
Para isso o lema foi "A criação geme em dores de parto", uma citação bíblica, da Carta aos Romanos (Cap 8, versículo 22). A idéia de um ser, tendo dores de parto, algo que não se assemelha a nada de dor natural conhecido pelo homem, me tocou profundamente. É! A criação divina geme de dor, como se fosse a hora do parto.
O grande problema dos hospitais em todo o Brasil é que faltam médicos pediatras, diz a reportagem global fantástica. O grande problema do Mundo é que faltam médicos pediatras pra cuidar desse bebê, criação divina, chamado Terra. Esta que é o mesmo Mundo que "geme em dores de parto".
Até agora, os únicos que se atreveram a tentar sanar a dor do planeta foram biólogos, economistas, sociólogos, políticos, até astros de cinema, enfim, nenhum médico. Ainda mais, médico pediatra.
E se colocássemos a carapuça de um, quem sabe, doutor Rinaldo De Lamare (aquele que escreveu o best seller A Vida do Bebê), e começassemos a olhar o meio ambiente como se fosse um bebê? Um bebê doentinho, cheio de infecções aqui e ali. Porém, que nasceu sadio e que, agora, passa perigo de morte.
Será que Ele, o nosso bebê, ainda teria chance de crescer e se tornar um ser bem definido e pujante Ser, cheio de vida, e vida plena, como a própria Bíblia descreve e recomenda? Onde procurar a resposta? Em uma igreja ou no SPA mais próximo?
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